domingo, 4 de março de 2018

Tecnologia da Fujitsu ajuda jovens sem-teto na Índia a receber suporte essencial

Na Índia, muitos dos jovens desabrigados vivem em condições de vida extremamente duras, sem proteção social. Além disso, a falta de documentação para provar suas identidades os torna particularmente vulneráveis a organizações de tráfico de crianças, abuso e exploração. A fim de auxiliar essas instituições no suporte aos jovens e crianças carentes, a Fujitsu oferece o PalmSecure - tecnologia de reconhecimento vascular da palma da mão, para a Organização Internacional de Desenvolvimento e Direitos humanos, Itwillbe.org.
A ONG, juntamente com a missão salesiana de Dom Bosco na Índia, procura proteger crianças e jovens desabrigados e oferecer a eles um futuro melhor. A tecnologia da Fujitsu, empresa japonesa líder em tecnologia da informação e da comunicação (TIC), foi a escolha da organização como uma maneira rápida, confiável e segura de registrar e reconhecer 11 milhões de crianças sem-teto na região.
A ideia é que a ferramenta possa auxiliar a ONG no fornecimento de suporte médico, emocional e educacional essencial, para um dos 81 centros dedicados de reabilitação em todo o País. O primeiro passo é registrar, através do PalmSecure, essas crianças para coleta de dados importantes, como informações médicas. Esses dados são compartilhados com agências governamentais locais e centros de ajuda, onde as crianças têm acesso à vacinas essenciais, programas de nutrição, suporte psicológico, entre outros serviços.
A tecnologia PalmSecure é componente chave do aplicativo da Itwillbe.org dedicado à Child Protection People (PPa). A ferramenta é utilizada por voluntários para registrar e identificar as crianças vulneráveis e todos os dados coletados são capturados e armazenados de forma segura por meio de códigos hash criptografados do padrão de veias escaneadas.
A precisão da ferramenta da Fujitsu está relacionada à complexidade do mapa de veias na palma da mão (que contém cerca de 5 milhões de pontos de referência) e, ao contrário da impressão digital, por exemplo, a “informação” está oculta dentro da pele do indivíduo. O mapeamento é realizado com ondas de luz próximas ao infravermelho, capazes de identificar o padrão de veias, dessa forma, a informação não pode ser copiada facilmente como ocorre em outras tecnologias biométricas.

Para Leonardo Soares, gerente de contas da Fujitsu Brasil, a tecnologia já é promessa de segurança em diversos setores, além de ser mais conveniente e precisa do que os sistemas tradicionais. É mais segura porque não pode ser perdida: “Na tecnologia do PalmSecure, o elemento de identificação é parte da pessoa. Mesmo entre gêmeos idênticos, o padrão vascular é totalmente diferente entre as mãos e se mantém o mesmo durante toda a vida do indivíduo. Já que não existe uma senha, ela não pode ser esquecida, copiada ou falsificada”, completa.
A Itwillbe.org já está em negociação com outras organizações de ajuda humanitária em todo o mundo para disponibilizar o aplicativo para iniciativas semelhantes. A identificação biométrica pode facilitar a coleta e gerenciamento de dados com eficiência em qualquer projeto de ajuda que envolvam pessoas deslocadas e sem documentos, como refugiados, imigrantes ou vítimas de tráfico humano.
Fonte: http://www.tibahia.com

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