sábado, 11 de fevereiro de 2017

Seis novas profissões devem movimentar o mercado para os jovens

Desenvolvedor de aplicativos

É um dos mercados mais atraentes para empreendedores iniciantes pois oferece oportunidades interessantes em várias frentes. É possível criar aplicativos para celulares Apple e Android seja para consumidores, para empresas e para o poder público. É, segundo Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp, um curso onde o aluno entra sem saber nada de informática e sai criando aplicativos e só recebem o certificado de conclusão após entregarem o aplicativo na Apple Store ou Google Play.


Youtuber

Até há alguns anos, fazer um vídeo e compartilhá-lo na internet era um hobby, mas de um tempo para cá isso virou um negócio rentável e a profissão dos sonhos de muitos jovens. Christian Figueiredo, Kéfera, Rezende Evil, entre outros, são youtubers que começaram gravando e compartilhando vídeos e hoje fazem sucesso no Youtube mais do que muita celebridade de televisão. Mas é um mercado que exige esforço, dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. “Nosso objetivo é preparar jovens para a carreira de youtuber, para protagonizarem filmes em seu próprio canal da rede social. Para isso vão aprender desde postura correta, definição de roteiros e scripts, até a edição dos vídeos”, revela Hidalgo.

Especialista em Internet das Coisas

Trata-se de um conceito mundial que conecta qualquer objeto utilizado no dia a dia à internet, como eletrodomésticos, meios de transportes, roupas, tênis. O termo, embora pouco conhecido para quem não é da área tecnológica, com certeza fará parte do cotidiano das pessoas, pois de acordo com a ABI Reserch, até 2020, cerca de 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).

Com o propósito de automatizar processos e antecipar trabalhos, a Internet das Coisas precisará de pessoas qualificadas para programá-la, principalmente dentro das pequenas e médias empresas, que buscam reduzir os seus custos tendo a tecnologia como principal aliada.


Técnico em Manutenção em Drones
O mercado de drones crescerá 32% por ano em média, durante a próxima década e atingirá US$ 30 bilhões, segundo projeções da ABI Research. Só para 2017, a estimativa é um faturamento de cerca de R$ 200 milhões, incluindo vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços.
Discutido anualmente no maior evento de drones do país, o DroneShow, o setor tem percebido que além da falta de união entre as empresas desta área, para realizarem ações conjuntas, também existe a ausência de qualificação dos profissionais envolvidos.
Com base nesta perspectiva e falta de qualificação profissional, a Microcamp acredita que o segmento de drones demandará de especialistas para atender o público em potencial. “O mercado está em ebulição e agora é o momento para se preparar para atender quem usa drones não apenas como hobby, mas profissão”, explica Hélder Hidalgo.
Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis
Os gadgets – dispositivos tecnológicos - permitem uma maior interação do usuário com seu smartphone, para coleta de dados ou simulação de uma outra realidade, por exemplo. Dentro da categoria de tecnologia vestível estão os óculos de realidade virtual, os smartwatches – ou relógios inteligentes – e as pulseiras inteligentes.
De acordo com a International Data Corporation (IDC), o setor teve um crescimento de 171,6% somente em 2015 e tem se ampliado bastante por conta dos relógios inteligentes. Estima-se que mais de 80 milhões de dispositivos vestíveis tenham sido vendidos até hoje em todo o mundo e que até 2020, este número chegue a 213,6 milhões.
Desenvolvedor de Robô Social 
Robôs sociais e caseiros são máquinas criadas especialmente para fazer companhia para as pessoas, interagir com elas e realizar pequenas tarefas domésticas. Exemplos: robôs que jogam futebol, que dançam, que tocam instrumentos, que conversam falando frases, que tentam imitar bebês, animais de estimação e desta forma interagem com o ser humano.
Jibo, um robô em fase de produção desenvolvido pela cientista Cynthia Breazeal, do Instituto de Tecnologia de Masschusetts (MIT) é um exemplo. Ele foi projetado para fazer vídeos e fotos, ler e-mails, pedir comida, atender e fazer ligações, entre outras tarefas.
É um mercado em franca expansão, pois os robôs sociais começaram a ganhar popularidade e estima-se que num futuro próximo, cada casa poderá ter um robô familiar.
“Nosso objetivo é a criação de robôs com a utilização do arduino, que é uma placa que torna mais fácil e econômica a criação de dispositivos inteligentes capazes de interagir com o ambiente. Ou seja, com esta placa é possível desenvolver robôs de uma forma mais rápida e barata”, conclui Helder Hidalgo.
Fonte: http://www.tibahia.com/tecnologia_informacao







Nenhum comentário:

Postar um comentário