domingo, 24 de abril de 2016

Bull Sequana, o supercomputador capaz de processar um bilhão de bilhões de operações

Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI),apresenta o Bull Sequana, primeiro supercomputador escala, que oferece mil vezes mais desempenho comparado aos sistemas atuais em escala petaflop.
Criando um novo patamar de computação, o Bull Sequana deve chegar ao nível de escala até 2020, processando um bilhão de bilhões de operações por segundo.
Comparado aos sistemas atuais projetados para um nível de desempenho específico, o Bull Sequana oferece 10 vezes mais eficiência energética e 10 vezes mais densidade, otimizando metas de sustentabilidade e economia de espaço. 

“A Atos é uma entre três ou quatro companhias do mundo com a experiência e conhecimento necessários para construir supercomputadores – e a única da Europa. Esse fato é uma grande satisfação para a nossa companhia e oferece um diferencial único para nossos clientes. Com o desempenho incrível do Bull Sequana, desenvolvido pela Atos, as empresas conseguem maximizar o valor de seus dados, com mais eficiência. Até 2020, o Bull Sequana deve atingir o nível de exaflops e será capaz de processar um bilhão de operações por segundo”, diz Thierry Breton, CEO da Atos.
Segurança em tempo real, medicina personalizada, agricultura de precisão e meteorologia são alguns dos setores que requerem níveis excepcionais de processamento de dados que podem ser atingidos com a geração Sequana de computadores. Por exemplo, com mais potência de computação, os serviços de meteorologia poderão oferecer previsões altamente precisas, prevendo neblina ou tempestades perto de aeroportos.
A French Alternative Energies e a Comissão de Energia Atômica (CEA) já estão implementando o Bull Sequana. Ao longo dos próximos anos, o computador será integrado com as tecnologias mais avançadas e ainda se adaptará aos sistemas operacionais existentes. A sua arquitetura aberta foi projetada de acordo com os principais padrões de software e hardware do setor, para maximizar o investimento do cliente e gerar grandes economias.

As capacidades de computação de alto nível geralmente são projetadas para grandes centros de pesquisa. A altíssima densidade do Bull Sequana e seus componentes integrados de fácil implementação, além do seu elevado nível de confiabilidade, também podem servir a organizações menores, criando oportunidades de usar o sistema para novas finalidades.
O supercomputador Bull Sequana foi construído na fábrica da Atos, localizada em Angers, na França, e seu desenvolvimento aproveitou da experiência internacionalmente reconhecida dos engenheiros da Atos – trabalhando com seus parceiros da Europa e do mundo inteiro. Seu desenvolvimento também aproveitou da tradicional experiência da companhia em seu trabalho com contas-chave, como a CEA (Comissão de Energia Atômica da França), a Agência Francesa de Computação de Alto Desempenho (GENCI) e outros parceiros de longa data, como a Intel.
Várias instituições e companhias do mundo inteiro estão usando os supercomputadores da Bull para acelerar a pesquisa e a inovação e maximizar sua competitividade. Essas organizações incluem:
-  Na França: as universidades de Valeo, Safran, Dassault-Aviation, Thalès, Météo-France, Grenoble e Reims Champagne Ardenne;
-  No Brasil: o laboratório nacional LNCC;
-  Na Alemanha: o centro de pesquisa de meteorologia DKRZ e as universidades de Dresden e Dusseldorf;
-  Na Bélgica: Cenearo, o centro de simulação de aeronáutica;  
-  Na Espanha: o banco BBVA.
O processamento de altos volumes de dados oferecido pelos supercomputadores da Bull é maximizado com serviços de Big Data desenvolvidos pela Atos, como o “Codex da Atos”, uma solução integrada para análises cognitivas e computação preditiva. A Atos, classificada como visionária no Quadrante Mágico de Serviços Globais de Análises Corporativas pela Gartner, em setembro de 2015, oferece serviços completos de processamento e análises de dados para toda a cadeia de valor do setor de TI. De acordo com o Gartner, “até 2017, as organizações usando índices preditivos de desempenho de negócios devem aumentar sua rentabilidade em 20%”.

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